HERÁLDICA
 
Brasões de Armas
A Heráldica não ficou limitada ao âmbito estritamente familiar, ultrapassou o campo social.
Expo 200 Anos do Ministério da Fazenda
Em set/out.2008, "Das Origens do Brasil ao Erário Régio", integrando as comemorações do Bicentenário do MF, no Rio de Janeiro.
.Assoc. da Nobreza Histórica do BR
Lançada urbi et orbi, na Cidade do Salvador da Bahia de Todos os Santos, em 14 de julho de 2007. (LINK)
Expo Paraguassú - Katherine du Brézil
No ano França-Brasil 2005, homenageou a Índia do Brasil, batizada "Katherine du Brézil", no dia 30.jul.1528, em Saint Malo.
Primeiro Titular do Império
D. Pedro I cria o título de Barão da Torre de Garcia D'Avila, no dia da sua coroação, 01 de dezembro de 1822
Expo no Museu da Igreja da Glória
Inaugurada em 15.dez.2002, como parte das comemorações dos 150 anos do falecimento do Visconde da Torre de Garcia d'Avila.
Brasão da Amograça
Associação dos Moradores da Graça.
Congrega os fiéis da comunidade da Graça. Salvador. 16-III-2008.
Expo no Museu Histórico do Exército
Realizada em 1997, foi visitada pela Comissão para as Comemorações do Quinto Centenário do Descobrimento do Brasil.
Armorial Histórico - Exposições
Coleção de Brasões de Armas, de personalidades e instituições integrantes e vinculados à Casa da Torre.
Referências e pareceres oficiais
"...est probablement un des plus importants recueils, non seulement du Brésil, mais de tout le Nouveau Monde".
    

O TESOURO HERÁLDICO DE UM PAÍS
REPRESENTA A ESSÊNCIA DE UM FENÔMENO SOCIAL QUE,
TRANSPOSTO PARA O PLANO DOS SENTIMENTOS,
SE DENOMINA PÁTRIA. (Szabolcs de Vajay)


Brasões de Armas
Heráldica e Genealogia


       
     
       
       
       
     
       
ARMORIAL HISTÓRICO
da Casa da Torre de Garcia D'Avila
(1971/2008: 175 Brasões de Armas)
 


O Brasão nasceu na Idade Média, provocado pela necessidade de disciplinar e ordenar os sinais, aparecidos para individualizar e distinguir os homens de armas, cobertos pelas armaduras metálicas, nos campos de batalha e nas justas e torneios.

No século XII, encontra-se já constituída a Heráldica - ciência e arte do Brasão - passando, pouco a pouco, as marcas pessoais dos homens de armas, a constituírem uma emblemática de família.

 


A Heráldica porém, não ficou limitada
ao âmbito estritamente familiar, ultrapassou o campo social, estendendo-se a outros setores - as ordens religiosas, os prelados, as vilas e cidades e as corporações, dando sentido de continuidade àquela célula viva e natural da Nação, fortalecendo-a e outorgando-lhe o sentido de perenidade.


Topo

Primeiro Titular do Império do Brasil
Barão, depois Visconde da Torre de Garcia d'Avila






Brasão de Armas do
Visconde da Torre de Garcia D'Avila

 




Arquivo Nacional, Rio de Janeiro

D. Pedro I, no dia da sua coroação (01 de dezembro de 1822), cria o título de Barão da Torre de Garcia D'Avila para Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque - único título por mais de dois anos.
Na mesma data, um aviso do Ministro do Império, José Bonifácio, participa-lhe, de ordem do Monarca, a mercê, já lhe dando o tratamento de "Vossa Senhoria".
O fato de mencionar o "Coronel Comendador Antonio Joaquim" como "Senhor da Torre de Garcia D'Avila", da qual era ainda herdeiro, suscita, no entanto, o rijo protesto de sua mãe D. Ana Maia de São José e Aragão, detentora do vínculo. (CUNHA, Rui Vieira da. Estudo da Nobreza Brasileira, Rio de Janeiro, 1996, p. 64).
Foi elevado a Visconde a 12 de outubro de 1826, com honras de Grandeza a 18 de julho de 1841.
Em 12 de janeiro seguinte o Barão da Torre de Garcia D'Avila agradeceu ao Imperador: "Nada mais me resta, Senhor, que de novo possa oferecer à Vossa Majestade Imperial, porque honra, vida e fazenda há muito dediquei à defesa da Pátria". (Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, lata 34)

Decreto de 01 de dezembro de 1822
"Havendo respeito aos grandes merecimentos e distintas qualidades que concorrem na pessoa do Coronel Comendador Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque, Senhor da Torre de Garcia D'Avila na Província da Bahia; e aos relevantes serviços que tem prestado com a maior honra, patriotismo, decidido entusiasmo em bem do Estado e gloriosa causa da Independência e Constituição do Império; e considerando também ser a Casa tal, por sua antigüidade e nobreza que os que nela sucederem me poderão sempre servir e aos meus Augustos Sucessores tão honradamente como deles espero, e o fizeram os de quem ele descende, cuja memória Me é muito presente; E por folgar outrossim que por todos estes motivos e pela muito boa vontade que tenho de lhe fazer Mercê (sendo por certo de quem ele é) Me saberá sempre merecer, continuando a prestar à Nação iguais serviços; Me praz e Hei por bem de lhe fazer Mercê, como faço, do Título de Barão da Torre de Garcia D'Avila, elevando por este modo o Título de Senhorio de que de tempos antigos tem gozado a sua Casa e Família. Paço em o primeiro de Dezembro de mil oitocentos e vinte dois, primeiro da Independência e do Império."
Imperador D. Pedro I
José Bonifácio de Andrada e Silva

(Arquivo Nacional, Rio de Janeiro / Graças Honoríficas)


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O Armorial Histórico
Trata-se de uma coleção monumental de BRASÕES DE ARMAS, de personalidades e instituições do Morgado da Torre de Garcia D'Avila e a ele vinculados, que exprime, plasticamente, em sua herança heráldica, um rico patrimônio histórico resultante da combinação de elementos internacionais com outros nativos, considerada uma das mais importantes coleções armoriadas, não somente do Brasil, mas de todo o Novo Mundo.

História do Brasil

O Armorial rastreia capítulos da História do Brasil, através da emblemática de inúmeros dignitários e de entidades que ajudaram a faze-la, transportando-os de suas fontes informativas para uma coleção técnica e visual, pela força alegórica do equilíbrio e de suas cores, compreendendo essas fontes, lápides, livros, documentos, objetos pessoais, informações de famílias e arquivos de cultores idôneos

Originais em Pergaminho
Os originais armoriados são apresentados sobre Pergaminhos (pele de carneiro), de dimensões regulares, com esmerado acabamento e com tintas indeléveis, iluminados a ouro e prata, trazendo devidamente manuscritas as respectivas identificações. Constitui-se o Armorial Histórico de quatro coleções, que levam o nome dos patrocinadores: Coleção Gen Walter Pires, Coleção Odebrecht, Coleção Ottoni Wanderley de Araújo Pinho e Coleção Christovão de Avila.

De alcance Multissecular e Internacional, bastante numeroso, o Armorial, procura atender à dinâmica heráldica adequada às suas épocas e estilos, atrelada ao seu uso, e está embasado nas fontes supracitadas, especialmente na clicheria e descrições livrescas, de padrão resumido e universalmente em voga, obrigando a complementação das armas - praxe de heraldistas reconhecidos, de todos os quadrantes.

Dedicado aos Jovens

Veio preencher uma grande lacuna na área cultural e histórica do Novo Mundo, alem de estimular o gosto pela Heráldica e pela Genealogia, mormente entre os moços, aos quais é dedicado o Armorial.

"In decus ortibus". - Victor Hugo C. Lopes - Executor do Armorial

Referências Oficiais
Armorial Histórico da Casa da Torre de Garcia D'Avila

 

 


DR. RUI VIEIRA DA CUNHA
da Académie Internationale d'Héraldique

"O Acadêmico"
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Exposições do Armorial Histórico
da Casa da Torre de Garcia D'Avila

 

 

 

 
ARMORIAL HISTÓRICO - EXPOSIÇÕES

 

2008
Das Origens do Brasil ao Erário Régio


Ministério da Fazenda - 200 Anos
Comemorações do Bicentenário do Ministério da Fazenda - RJ


..Exposição comemorativa dos 200 Anos do Ministério da Fazenda.. Exposição comemorativa dos 200 Anos do Ministério da Fazenda...

 
2005
PARAGUASSÚ - Katherine du Brézil



Realizada no MUSEU HISTÓRICO DO EXÉRCITO E FORTE DE COPACABANA, no Rio de Janeiro, durante o ano FRANÇA-BRASIL 2005, homenageando a “primeira família brasileira” e mais antiga raiz genealógica da Casa da Torre de Garcia D’Avila, no Brasil, ele Diogo Alvares Caramuru e ela a princesa índia Paraguaçu, filha de um cacique tupinambá, batizada em 30 de julho de 1528 em Saint-Malo (França), com o nome cristão de 'Katherine du Brézil' (Catarina do Brasil), tendo como madrinha Catherine des Granches, esposa do Cap. Jaques Cartier – o descobridor do Canadá.

O evento contou com a presença do Comandante do Exército, General-de-Exército Francisco Roberto de Albuquerque, que inaugurou a exposição, após palestra com datashow, no auditório do Museu, proferida pelo historiador e engenheiro Christovão de Avila, assistida por inúmeras autoridades nacionais e estrangeiras e membros do corpo diplomático de diversas nações, que têm vínculos históricos e culturais com Caramuru e a Casa da Torre.

Participaram da Exposição:

 
Link - Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana
 
Link - Colégio Brasileiro de Genealogia
 
 
 
 
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Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana
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Colégio Brasileiro de Genealogia
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Instituto Genealógico da Bahia
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Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
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Memorial Visconde de Mauá
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Centro Cultural e de Pesquisas do Castelo da Torre

 

 
2002
Da Ermida da Graça à Igreja de
Nossa Senhora da Glória do Outeiro


Realizada no MUSEU DA IMPERIAL IRMANDADE DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA DO OUTEIRO, no Rio de Janeiro, como parte das comemorações do Sesquicentenário do Falecimento do Visconde da Torre de Garcia D'Avila (1852/2002), que foi o primeiro Provedor, após a Independência, da Imperial Irmandade.

O evento teve inicio em Salvador, no Estado da Bahia, nos dias em 4 e 5 de dezembro, com uma conferência, no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, proferida por seu descendente direto, o historiador e engenheiro Christóvão Dias de Avila Pires Jr., dono do acervo heráldico exposto e Presidente do Centro Cultural e de Pesquisa do Castelo da Torre, e uma missa solene realizada na Igreja do Convento de São Francisco, onde se encontra o jazigo perpétuo dos Ávilas e Pires e Albuquerque, naquele Estado, terminando no Rio de Janeiro, dia 15 de dezembro, com uma missa solene na Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro e inauguração da exposição, no Museu da Imperial Irmandade.

Participaram da Exposição:

Link:  Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro<