CARACTERÍSTICAS São
3.000 livros com capa dura mais guardas mais 180 páginas, no formato 230 x 310mm
(fechado), 460 x 310mm (aberto), contendo 210 imagens, sendo 160 reproduções em
cores dos Brasões de Armas. Capa em couché brilho 150gr com laminação fosca, forro
em couché brilho 150gr. Miolo em papel couché 115gr. Impressão em 4 e 1 cor. Período
de realização 270 dias. |
JUSTIFICATIVAS 1ª - A importância de
documentar e levar ao conhecimento nacional e internacional este precioso patrimônio
genealógico e heráldico, constituído de um monumental acervo de Brasões de Armas,
de familiares dos diversos ramos da Casa da Torre de Garcia D'Avila, de personalidades e famílias a ela vinculadas e de instituições
com ligações importantes, das raízes européias às alianças contraídas no Novo
Mundo. 2ª - O grande interesse demonstrado por estudiosos em Heráldica
e em Genealogia, e por Instituições Históricas e Culturais, nacionais e estrangeiras,
algumas delas já tendo participado de exposições temáticas.
3ª - A aproximação de importantes eventos comemorativos, a nível nacional
e internacional, relacionados com Diogo Alvares Caramuru e com a Casa da Torre
de Garcia D'Avila, que serão enriquecidos com este Armorial, documentado.
4ª - Trata-se de um produto de alto valor histórico e cultural, em apoio
à Educação, à Cultura e ao crescente Turismo
Cultural, nacional e internacional, valorizando o relacionamento com as
demais regiões do Brasil e com os inúmeros países que têm
vínculos genealógicos, heráldicos e culturais com a Ermida da Graça,
em Salvador, construída por Paraguaçu e Caramuru, um dos templos
pioneiros do cristianismo no Novo Mundo, e com o Castelo da Torre de Garcia D'Avila,
principal sede do Morgado da Torre –; uma construção duplamente ibérica, que foi
Iniciada em 1551, considerada a primeira grande edificação portuguesa no Brasil,
e concluído o castelo, na sua segunda e mais importante etapa de construção, em
1624, durante o período espanhol, hoje uma majestosa Ruína, que integra um Parque Histórico, localizado
em Praia do Forte, Município de Mata de São João, na Costa
dos Coqueiros, litoral norte do Estado da Bahia. |  | Principais
países (em ordem alfabética), que têm vínculos históricos, culturais e sócio-econômicos
com Diogo e Catarina Alvares Caramuru e a Casa da Torre de Garcia D'Avila. | | |
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 ..................
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..#9. .#Mosteiro
da Graça ............#900Ruínas
do Castelo Garcia D'Avila |
| | | História
e Genealogia |
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| HISTÓRIA
A História da Casa da Torre - Uma Dinastia de Pioneiros constituiu,
em 1931, a memória oferecida por Pedro Calmon, ao Congresso realizado sob os auspícios
do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e que obteve o seguinte parecer:
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“A memória do Dr. Pedro Calmon desenvolve um dos assuntos mais interessantes
da história colonial do Brasil, como seja o do devassamento e povoamento do longo
trecho do nosso território, que vai da Bahia aos confins do Piauí.
A Casa da Torre de Garcia D'Avila atravessou
dilatado período, que começa com Tomé de Sousa, em cuja companhia veio seu instituidor,
e se prolonga aos últimos dias da colônia.Sua significação histórica deriva da preponderante influência que a progênie
mamaluca de Garcia D'Avila conseguiu exercer sobre os
destinos de nossa terra. Poderosos sesmeiros, destemidos bandeirantes,
os descendentes daquele povoador conquistaram e dominaram os sertões baianos e
projetaram-se pelo interior com Domingos Afonso Sertão e Domingos Jorge Velho,
até as margens do Parnaíba. Essa história estava por fazer. Há meio século,
precisamente, o grande mestre Capistrano de Abreu lamentava que ainda não tivesse
sido escrita. A contribuição do Dr. Pedro Calmon, baseada em grande parte em documentação
inédita, principalmente dos arquivos baianos, sobreleva por isso mesmo de interesse
e de importância. Aplaudindo-a, a comissão é de parecer que seja
aprovada. S. S. 28 de dezembro de 1932. – A.
Tavares de Lira, presidente. – Otávio N. Brito. – Rodrigo
Otávio Filho. – Félix M. P. Sampaio. – Rodolfo Garcia. – Vanderlei Pinho. – Sousa
Doca. – Alfredo Ferreira Laje. – Múcio Vaz. – Alcides
Bezerra. – Heloísa Alberto Tôrres. – Naíde Vasconcelos." |
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(CALMON, Pedro. História da Casa da Torre - Uma Dinastia
de Pioneiros.2ª edição. Livraria José Olímpio Editora.
Rio de Janeiro, 1958, p 7). |
| GENEALOGIA
A Casa da Torre de Garcia D'Avila tem como mais antiga raiz genealógica
no Brasil, Diogo Álvares Caramuru e a Princesa Índia do Brasil – Catarina Paraguaçu – filha do cacique
tupinambá Taparica, batizada em 30 de junho de 1528, em Saint-Malo - França, com
o nome cristão de Katherine du Brézil (Catarina do Brasil), tendo
como madrinha Catherine des Granches, esposa do Cap. Jaques Cartier – o descobridor
do Canadá. Trata-se da primeira família brasileira documentada, entrelaçada
na sucessão de Garcia D'Avila com a Índia Francisca Rodrigues, e vinculada à
Casa dos Albuquerques, pelos descendentes de Jerônimo de Albuquerque com a Índia
Muira-Ubi – Maria do Espírito Santo Arcoverde –, primeira Sociedade brasileira.
Seus sucessores vincularam-se à nobreza dos Pereiras e Marinhos, aos descendentes
de Domingos Pires de Carvalho casado com Maria da Silva, à geração de Felipe Cavalcanti
casado com Catarina de Albuquerque e com a descendência do casal José Pires de
Carvalho - Tereza Vasconcellos Cavalcanti de Albuquerque Deus-Dará, dando origem
a boa parte da população do Nordeste e a algumas das mais importantes famílias
da Bahia e do Brasil, com prolongamentos até nas cortes européias e, recentemente,
na Casa Imperial Brasileira.
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