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![]() | Castelo da Torre de Garcia D'Avila Conjunto residencial-militar, com a Torre e seus anexos, o Forte Garcia D'Avila, o Porto do Açú da Torre, e sua ambiência. | ![]() | Denominações do monumento Castelo da Torre, com o sentido de "habitação senhorial fortificada", tendo outras denominações. |
![]() | Arquitetura do Castelo Uma terceira fase da construção, datada do início do século XVIII, também em pedra, amplia o Castelo. | ![]() | Propriedade
particular Monumento Nacional, desde 1938, continua sendo propriedade particular, pertencendo à Fundação Garcia D'Avila. |
![]() | Ficha
Patrimonial Série: Arquitetura civil-militar Categoria: Castelo Tombamento sob n.:47, em: FEV.1938 | ![]() | A Torre e o Castelo de G. D'Avila Relatório que serviu de base para o processo de tombamento. .................................Godofredo Filho |
| O
Castelo da Torre de Garcia D"Avila |
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O Castelo da Torre de Garcia D'Avila é considerado a primeira grande edificação portuguesa constrída no Brasil, exemplar único de Castelo em estilo medieval construído na América, conforme Borges de Barros, e foi a sede do maior latifúndio do mundo. | ||
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| A
primeira etapa da construção do Castelo tem suas paredes de tijolos e é composta
de uma Capela sextavada e abobadada, em estilo medieval canônico, e salas contíguas
recobertas por cúpula e abóbada de aresta com arcos diagonais, iguais às do Paço
de Sintra, em Portugal. O Castelo, segunda etapa da construção, foi construído
em alvenaria de pedra e se desenvolve simetricamente em torno de um pátio de honra,
em estilo renascentista, onde uma escadaria dupla conduzia ao primeiro pavimento.
Uma terceira fase da construção, datada do início do século XVIII, também em pedra,
amplia o Castelo. |
![]() Fotos do Castelo: Christovão de Avila - 1999 |
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| Ficha
patrimonial |
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| FICHA
PATRIMONIAL, NO ARQUIVO CENTRAL DO IPHAN: |
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| LIVRO
DO TOMBO DAS BELAS ARTES, DA SUBSECRETARIA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO
NACIONAL DA SECRETARIA DA CULTURA: |
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Castelo da Torre de Garcia D'Avila ou Castelo Garcia D'Avila, ou simplesmente
Castelo da Torre, com o sentido de "habitação senhorial fortificada", tendo
outras denominações: |
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| Foi o Solar - sede do Morgado da Torre - propriedade particular dos "Avilas", desde sua construção inicial, por Garcia D'Avila 1o. Extinto o regime dos morgados no Brasil, pela Lei de 6 de outubro de 1835 e, em 1852, falecendo o último "Senhor e administrador do Morgado da Torre" - Antônio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque - Barão e depois Visconde da Torre de Garcia D'Avila e sua mulher, D. Ana Maria Pires de São José e Aragão, sucedeu-lhes, na posse do Castelo, o filho Dr Domingos Pires de Carvalho e Albuquerque. Morto este, em 1888, sem descendência, a propriedade passou a seu cunhado, o Tenente-Coronel José Joaquim de Teive e Argolo, que a vendeu ao Sr Laurindo Regis. Das mãos do Sr Regis, a Torre se foi às do Dr Hermano de Santana, que dela dispôs em favor do Sr Otacílio Nunes de Sousa, proprietário do Castelo e terras adjacentes, à época do tombamento.Embora Monumento Nacional, desde 1938, continua sendo uma propriedade particular, pertencendo à Fundação Garcia D'Avila. |