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HOMENAGEM
à PETROBRÁS, num reconhecimento ao incomensurável trabalho
realizado por essa Empresa brasileira, por mais de cinco décadas, conquistando
a tão sonhada auto-suficiência, com um sentimento de orgulho e de
satisfação, por termos concorrido para esta realização,
com uma modesta parcela, desenvolvida com nosso saudoso Sylvio Fróes Abreu,
nos primórdios dos acontecimentos. |
Christovão
de Avila |
| ARMORIAL HISTÓRICO
da Casa da Torre de Garcia D'Avila (1977/2006: 160 Brasões de Armas)
Brasões de personalidades, famílias e instituições integrantes
e vinculadas: |
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Revista
do Instituto Genealógico da Bahia Nº 23 - 2006 | ![]() | ||||
| Instituto
Genealógico da Bahia Presidentes de Honra: Jorge Calmon Moniz de Bittencourt João Carlos Tourinho Dantas Presidente: Álvaro Pinto Dantas de Carvalho Júnior COMISSÃO EDITORIAL Álvaro Pinto Dantas de Carvalho Júnior Consuelo Pondé de Sena Francisco César Lins de Sant'Ana Jorge Ricardo Almeida Fonseca William Vieira do Nascimento Revisão Maria Mercedes Tourinho Dantas Guerra Projeto gráfico, editoração e capa Helena Bittencourt de Carvalho Ramos |
| Bahia - Brasil | ||
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| (
Revista 2006 em preparação) |
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| Sylvio
Fróes Abreu |
| Maria
das Graças Bokelmann* |
| Resumo:
Neste
ano de 2006, em que o Brasil comemora sua auto-suficiência em petróleo, homenageamos
os pioneiros da pesquisa e prospecção mineral, dentre eles o cientista baiano
de renome internacional Sylvio Fróes Abreu, cujo árduo
trabalho foi decisivo na descoberta do petróleo brasileiro,
assim referidos na Revista BR - Petrobrás 50 Anos: “Oscar Cordeiro conseguiu despertar o interesse
do químico Sylvio Fróes, o apoio financeiro
do milionário Guilherme Guinle e a cooperação técnica do geólogo Glycon
de Paiva e do geofísico Irnack Carvalho do Amaral (ex-presidente da
Petrobrás - 1966/67). Com esse grupo, chamado
de Comissão Fróes de Abreu, a exploração
tomou novo rumo, e a área de Lobato, na Bahia, foi prioritária...”. Palavras-chave: Petróleo, pioneiro, Abreu. Sylvio
Fróes Abreu nasceu em Salvador, no dia 26 de dezembro de 1902, filho mais
moço de João da Cruz Abreu, nascido em Qixadá - Ceará, no dia 24 de novembro de
1866, que se doutorou em Medicina, na faculdade respectiva da Bahia, e falecido
no Rio de Janeiro, aos 15 de abril de 1947, e Maria América Fróes Abreu, nascida
em Salvador, no dia 24 de novembro de 1872, e falecida no Rio de Janeiro, aos
18 de julho de 1950. Neto
paterno de José Bonifácio Abreu, nascido em Qixadá - Ceará, no dia 12 de julho
de 1838, e falecido na mesma cidade, aos 4 de maio de 1919, e Florinda dos Santos,
nascida no Ceará, e falecida em Fortaleza - Ceará, aos 7 de abril de 1881. Neto
materno de Américo Ribeiro de Souza Fróes, nascido na Bahia, em 9 de fevereiro
de 1843, e falecido em Salvador, aos 18 de julho de 1914, e Maria Luiza Garcez
Fróes, nascida na Bahia, em 2 de março de 1849, e falecida em Salvador, aos 15
de agosto de 1921. Casou,
no dia 12 de dezembro de 1933, com Guilhermina Suzana Joncker,
nascida no Rio de Janeiro, no dia 29 de junho de 1911, que após o casamento passou
a chamar-se Guilhermina
Suzana Joncker Abreu, e falecida na mesma cidade, aos
16 de março de 1984, filha de Ulrich Joseph Joncker, nascido na Comarca de Andrimont
- Bélgica, no dia 19 de novembro de 1879, e Emma Dujat,
nascida em Saint Josse Tem Nood - Bélgica, no dia 6
de outubro de 1887, que após o casamento passou a chamar-se
Emma Joncker, falecida no Rio de Janeiro, aos 14 de dezembro
de 1975. Sylvio Fróes Abreu faleceu no Rio de Janeiro, no dia
2 de maço de 1972, deixando a seguinte descendência: Cláudio Joncker Fróes Abreu
e Maria das Graças Joncker Abreu, ambos com sucessão, a seguir.
No seu discurso de agradecimento, por ocasião
do recebimento da Medalha de Ouro José Bonifácio,
o próprio Sylvio Fróes Abreu apresentou suas contribuições
para a geologia, que considerava de maior significação prática:
- Era manso como um cordeiro, mas sabia rugir
como um leão, quando se tratava de defender os interesses da nação. - Era avesso a homenagens e elogios. Despojado
como um Franciscano. - Para si, contentava-se com pouco e encontrava
a alegria nas coisas mais simples da vida. - Sabia que a verdadeira felicidade está
no dever cumprido. - Era humilde e simples, como costumam ser
os grandes homens. * Em solteira Maria das Graças Joncker Abreu, é Pedagoga, diplomada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e Enfermeira, pela Faculdade Luiza de Marillac, filha de Sylvio Fróes Abreu. FONTE:
BOKELMANN, Maria das Graças. Arquivo documental
de Sylvio Fróes Abreu. Rio de Janeiro-RJ. jul 2006; BR - PETROBRÁS 50 Anos. Especial JB.
Rio de Janeiro. Vitória o Petróleo é Nosso,
pp 10-12, Revista JB de 30 de outubro de 2003; VICTORIA, João da Costa Pinto. A Fazenda Pium e a Genealogia de seus Colonizadores.
Desenvolvimento e divulgação das
Anotações feitas por Antônio Ribeiro de Carvalho e José Wanderley de Araújo
Pinho. Salvador: Núcleo de Estudos Genealógicos e Heráldicos da Bahia/Biblioteca
Genealógica Baiana – v. 3, 1 ed., set 2003, pp. 25-26; MATTOS, Heraldo de Souza. Vida e obra do Cientista Sylvio Fróes Abreu.
In. Carta Mensal da Confederação Nacional
do Comércio. 1939, pp. 41-47; ABREU, Silvio Fróes. Recursos
minerais do Brasil. São Paulo. E. Blücher: Editora
da Universidade de São Paulo, 1973. 2 v. 2 ed., revisada e atualizada sob a coordenação
de Josué Camargo Mendes [e] Rui Ribeiro Franco; PIRES Jr., Christovão Dias de Avila. Armorial Histórico da Casa da Torre de Garcia
D’Avila – Genealogia e Heráldica,
Famílias integrantes e vinculadas: Garcez, Fróes e Abreu. Rio de Janeiro-RJ.
1971-2006. |
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